quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DIRETRIZ 1

Formação da Consciência Espírita

Fundamentação Evangélica

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João, 8:32)

Fundamentação Doutrinária

1. “ ‘780-a. Como o progresso intelectual pode levar ao progresso moral?’
Fazendo que se compreenda o bem e o mal; o homem, então, pode escolher. O desenvolvimento do livre-arbítrio acompanha o da inteligência e aumenta a responsabilidade dos atos” (KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. FEB: Brasília, 2006, p. 473).
2. "Deus criou todos os Espíritos iguais, simples, inocentes, sem vícios, e sem virtudes, mas com o livre arbítrio de regular suas ações segundo um instinto que se chama consciência, e que lhes dá o poder de distinguir o bem e o mal. Cada Espírito está destinado à mais alta perfeição junto a Deus e do Cristo; para ali chegar, deve adquirir todos os conhecimentos pelo estudo de todas as ciências, se iniciar em todas as verdades, se depurar pela prática de todas as virtudes; ora, como essas qualidades superiores não podem ser obtidas em uma única vida, todos devem percorrer várias existências para adquirir os diferentes graus de saber" (KARDEC, Allan. Revista Espírita de 1862: Jornal de Estudos Psicológicos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. FEB: Brasília, 2004, p. 84)
3. “As  atividades  pedagógicas  do  presente  e  do  futuro  terão  de  se  caracterizar  pela sua feição evangélica e espiritista, se quiserem colaborar no grandioso edifício do progresso humano. 
Os  estudiosos  do  materialismo  não  sabem  que  todos  os  seus  estudos  se baseiam na transição e na morte. Todas as realidades da vida se conservam inapreensíveis às suas faculdades sensoriais. Suas análises objetivam somente a carne perecível. O corpo que estudam, a célula que examinam, o corpo químico submetido à sua crítica minuciosa, são acidentais e passageiros. Os materiais humanos postos sob os seus olhos pertencem ao domínio das transformações, através do suposto aniquilamento. Como poderá, pois, esse movimento de extravagância do espírito humano presidir à formação da mentalidade geral que o futuro requer, para a consecução dos seus projetos grandiosos de fraternidade e de paz? A intelectualidade acadêmica está fechada no circulo da opinião dos catedráticos, como a idéia religiosa está presa no cárcere dos dogmas absurdos. 
Os  continuadores  do  Cristo,  nos  tempos  modernos,  terão  de  marchar contra  esses gigantes, com a liberdade dos seus atas e das suas idéias. 
Por  enquanto,  todo  o  nosso  trabalho  objetiva  a  formação  da  mentalidade cristã,  por excelência,  mentalidade  purificada,  livre  dos  preceitos  e  preconceitos que  impedem  a  marcha  da  Humanidade.  Formadas  essas  correntes  de pensadores  esclarecidos  do Evangelho, entraremos, então, no ataque às obras. Os jornais educativos, as estações radiofônicas, os centros de estudo, os clubes do pensamento evangélico, as assembléias da  palavra,  o  filme  que  ensina  e  moraliza, tudo  à  base  do  sentimento  cristão,  não constituem uma utopia dos nossos corações. Essas obras que hoje surgem, vacilantes e indecisas  no  seio  da  sociedade moderna,  experimentando  quase  sempre  um  fracasso temporário,  indicam  que  a  mentalidade  evangélica  não  se  acha  ainda  edificada.  A andaimaria, porém, ai está, esperando o momento final da grandiosa construção. 
Toda  a  tarefa,  no  momento,  é  formar  o  espírito  genuinamente  cristão; terminado  esse trabalho,  os homens terão  atingido o dia  luminoso  da paz universal e  da  concórdia  de todos os corações”. (XAVIER, Francisco C. (Pelo Espírito Emmanuel). Emmanuel. 27. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 35, it. Necessidade da educação pura e simples, p. 236).







Objetivos específicos:

1º) Conhecer a verdade, para iluminar o caminho do homem, aumentando-lhe a liberdade e a responsabilidade, conduzindo-o a uma mais livre e valiosa escolha no Bem.
2º) Agir virtuosamente, a fim de conquistar o autodomínio da alma em relação ao corpo, conduzindo-a à felicidade.

Ações propostas:

1º)        O que se deve fazer para conhecer a verdade?
O conhecimento da verdade depende do exercício da contemplação.
Como se pode exercitar a contemplação?
1.1. Conhecer a si mesmo.
Aquele que deseja melhorar-se e extirpar de si as más tendências, inicie por fazer um balancete dos valores morais, interrogando diariamente a sua própria consciência, assim:
O que fiz eu hoje de bom ou de mal?
Com que objetivo agi naquela circunstância?
Qual a minha intenção em agir daquela maneira para com aquele alguém?
Se uma outra pessoa tivesse praticado a mesma ação, eu a teria censurado? Alguém tem algum motivo para se queixar de mim?
Faltei eu com algum dever para com Deus, para com o próximo ou para comigo mesmo?
O que dizem de mim os meus inimigos?
Não são tais opiniões bastante francas por não terem meus inimigos o interesse de disfarçar a verdade em relação a mim?
Se Deus me chamasse hoje para a vida no mundo dos espíritos, teria eu algo a temer?
O que provavelmente me espera no além-túmulo em razão da qualidade de ações pelas quais terei eu de responder perante o Tribunal da Justiça Divina?
Quais as tarefas que empreendo eu hoje para o meu descanso na vida futura?
O que tenho eu feito da minha existência biofísica para ajudar a Deus na obra da criação? 
1.2. Conheçer a vida e a obra dos Espíritos espíritas.
            Se pode fazer algo muito mais bem feito, se, antes, procurarmos conhecer o que os outros fizeram a respeito, para depois imitá-los tal como eles o fizeram. Assim como um músico precisa, antes, escutar várias vezes uma melodia, para somente depois executar a partitura, nós precisamos conhecer vários exemplos de homens sábios e bons, para podermos afinar o nosso Espírito no diapasão daqueles modelos do Senhor.
Bezerra de Menezes
Joana D’arc

1.3. Construir uma árvore das virtudes segundo o espiritismo e estuda-la, a fim de ter a consciência moral pronta e expedita para agir ante a prova.
Esperança Caridade
Paciência e Coragem Humildade e Beneficência
Resignação e Indulgência Diligência e Perseverança Perdão e Devotamento Piedade e Benevolência
Afabilidade e
Doçura





1.4. Fazer uma seleção bibliográfica com os clássicos do espiritismo, a fim de formar uma base segura mediante a leitura de ensinamentos dos fiés obreiros do Senhor.
1. Léon Denis
O Além e a Sobrevivência do Ser;
Depois da Morte;
O Problema do Ser, do Destino e da Dor;
Grande Enigma;
O Porquê da Vida;
Socialismo e Espiritismo; ...
2. Gabriel Delanne
A alma é imortal;
O espiritismo perante a ciência;
A Evolução Anímica;
O Fenômeno Espírita;
A Reencarnação;...
3.Paul Gibier
Análise das coisas;
O Espiritismo.
4. Camille Flammarion
As casas mal assombradas;
Deus na natureza;
O Fim do Mundo;
Narrações do Infinito; ...
5. Ernesto Bozzano
Animismo e Espiritismo;
A Crise da Morte;
Fenômenos psíquicos no Momento da Morte;
Metapsíquica Humana;
Pensamento e Vontade.
6. Obras ditadas por Espíritos diversos e psicografadas por Francisco Cândido Xavier.

1.5. Formar grupos de estudos científicos, filosóficos e religiosos, a fim de cambiar conhecimentos teóricos e práticos sobre o Espiritismo e a Vida Espírita.

2º)        O que se deve fazer para agir virtuosamente?
Para agir virtuosamente, deve-se exercitar a boa ação.
Como se deve exercitar a boa ação?

2.1. Disfarçar o auxílio, dissimular o benefício, ocultando a mão que dá.
A verdadeira caridade é a caridade modesta, sem ostentação, que evita a humilhação do beneficiado, salvaguardando-lhe a dignidade e resguardando-lhe a suscetibilidade.

2.2. Deixar oculto de terceiros o bem que você faz e pedir ao beneficiado que não diga a terceiros o bem que você lhe fez.
A boa ação é aquela que você pratica, evitando, tanto quanto possível, a divulgação. Deve-se agir como um ser invisível, porque a prática das virtudes é uma forma de vida de foro íntimo e, portanto, independente de se ser visto por alguém.
 
2.3. Ir ao encontro dos infortúnios particulares.
A ação moral é aquela que busca os problemas singulares e não aquela que espera os problemas gerais, de forma que o impulso generoso não deve, passivamente, estar condicionado aos grandes desastres, mas, antes, deve, ativamente, se dedicar à descoberta dos mais pequenos problemas sociais.

2.4. Intencionar a felicidade do outro.
A boa ação deve ser praticar com a intenção de tornar feliz o outro e não a si mesmo. Se a ação vier a ser pratica com a intenção de autobenefício, uma tal ação será menos virtuosa que viciosa, porque nela há mais egoísmo que caridade.



2.5. Tomar a ação moral por um fim e não por um meio para alcançar outro fim.
O fundamento da ação moral deve ser sempre a própria ação moral ela mesma. Eis a reflexividade da ação moral: o dever deve ser cumprido pelo dever, significando dizer que a razão de ser do comportamento moral não é nada diferente que o bem agir enquanto tal.
Então, deve-se salvar uma criança porque simplesmente eu a devo salvar, independentemente do que dizem a Política, o Direito, a Família, os Costumes.

2.6. Dar do supérfluo a quem falta o necessário e, tanto quanto possível, limitar o próprio necessário em prol dos que nada têm. 
Toda abnegação é expressão caridosa. Mas, a ação moral será tanto mais valiosa quanto maior for a autolimitação em benefício do outro. 

2.7. Educar o desejo para gostar do permitido e educar a vontade para querer o dever, segundo as leis morais.
Os desejos inferiores devem constituir objeto de reforma prática, de modo a serem substituídos por desejos sublimes à luz do permitido.
            Inicie operando uma análise do que é permitido ou proibido para a saúde do corpo, segundo as leis da ciência e depois faça uma análise do que é permitido e proibido para a saúde do Espírito, segundo as leis da consciência. 
            Se, ainda assim, teus desejos forem inferiores, isto é, ainda que continues a gostar do que é proibido física e espiritualmente, inicie a educação da vontade para querer a reforma à luz do dever.
            Desenvolva sua vontade no sentido do dever, ainda que não gostes. Aos poucos, o fato de você querer o dever acaba por te conduzir ao gostar do dever. E, mais tarde, o hábito de querer a boa ação já te terá feito gostar de praticá-la, quando então verás que abandonastes os desejos inferiores e que em ti, agora, predominam os desejos sublimes do amor.  

2.8.      Distribuir o exercício das virtudes ao longo dos semestres anuais.
            Em cada semestre do ano, escolha uma virtude para a qual você se comprometa a voltar predominantemente a sua atenção.
É claro que isso não deve significar o não exercício das demais virtudes, acaso surjam oportunidades de exercê-las e você saiba como agir em tal situação, mas que este método de escolha enfática de uma virtude sirva para te conduzir, pouco a pouco, a uma maior intimidade com cada uma das qualidades morais, naquele período durante o qual tu te comprometestes a atentar mais enfaticamente para uma delas.
Não alimentes a procrastinação. Não deixe a tarefa para depois. O quanto antes, faça um planejamento, traçando metas e métodos de alcançar tais metas.
Faça assim: primeiro tente encontrar um de seus defeitos, como por exemplo a luxúria; depois ponha a reforma desse vício como objetivo daquele semestre; e por fim trace os meios através dos quais você poderá alcançar esse objetivo. O primeiro meio é o estudo da virtude que se contrapõe ao vício em reforma, que, no caso, é a temperança. No estudo sobre a temperança você verá que se trata daquela qualidade moral de moderar o gozo dos bens e serviços que a sociedade capitalista te oferece. Depois de uma visão clara e distinta sobre a temperança, inicie a prática dessa virtude. Pergunte-se: para que eu preciso de um carro? Para a locomoção. Preciso eu de um carro de luxo ou de um popular? Use o conhecimento sobre a temperança para responder. Alem do mais, pergunte-se: Para que eu preciso de vestimentas? Para compor meu corpo para as tarefas sociais. Mas, quantos corpos eu tenho? Um só. Preciso eu comprar várias vestimentas mensalmente ou anualmente? Use a temperança e aja virtuosamente. Ademais, pergunte-se: Para que eu preciso de uma habitação? Para morar de maneira confortável e segura. Quanto eu preciso gastar para morar de maneira confortável e segura? A temperança te ajudará nessa resposta.
Faça isso também em relação à:
Fé: Fé na vida futura; Fé na justiça de Deus:
Tolerância para com os erros dos outros:
Coragem diante das dificuldades
Sabedoria nas decisões pelo bem em detrimento do mal
Justiça de dar ao outro o que é dele
Beneficência de dar ao outro o que é seu
Enfim, trabalhe uma virtude em cada semestre do ano, porque somente o esforço no exercício das virtudes fará de ti um homem virtuoso.


2.9.      Ter a correta noção de que o ambiente de desenvolvimento moral é o espaço de experiência em geral.
            Todo lugar é espaço sagrado à prática das virtudes e, portanto, local de desenvolvimento moral.
            O âmbito familiar, o âmbito religioso, o âmbito educacional e profissional, enfim, o âmbito social em geral é espaço de experiência, no qual podemos desenvolver nossas qualidades morais.
            Então, um pai colérico, um colega invejoso, um chefe amargo, todas essas são provas verdadeiramente preciosas para, no presente, superarmo-nos a nós mesmos, alcançando níveis mais profundos de moralidade no futuro. 

2.10.    Fazer da boa ação um alimento espiritual diário.
            Da mesma forma como o corpo precisa de alimento para manter-se firme, habitue-se a alimentar seu espírito com os valores morais, sem os quais ele pode vir a adoecer.
            Assim, com o mesmo cuidado de alimentação que tratamos o nosso corpo, que tratemos o nosso Espírito com uma nutrição moral bem balanceada.


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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PRINCÍPIOS

FIDELIDADE...
...ao Evangelho de Jesus e à Codificação da Doutrina Espírita. Este é o primeiro e mais fundamental princípio do EdV. Sem a base que alicerça e delimita os nossos campos de ação, não podemos agir com OBJETIVIDADE.

OBJETIVIDADE...
...nas ações, pois não há trabalho suficientemente eficaz, senão aquele que lança mão de disciplina e foco e que elege as suas prioridades. Sem metas, nos perdemos ao longo do caminho, e nosso propósito vazio de PRATICIDADE.

PRATICIDADE...
...em cada planejamento. Precisamos sair do plano exclusivamente teórico, relegando situações hipotéticas a segundo plano e contando com casos reais, buscando a solução de problemas igualmente reais. Do contrário, perderemos a SIMPLICIDADE.

SIMPLICIDADE...
...no exercício do dever. Um estudo ou atividade, cuja estrutura seja ininteligível ou mesmo irracional não permitem solução de continuidade. E a proposta acaba por se tornar individualista, compreensível apenas por um ou por poucos, perdendo as vantagens da COLETIVIDADE.

COLETIVIDADE...
...no planejamento, nas decisões, nas avaliações. Não cabe mais, nos tempos atuais, as ações levadas egoisticamente. Afinal, o egoísmo é a maior chaga da humanidade. A afinidade, a cooperação e a divisão de responsabilidades (nos êxitos e insucessos) são premissas decorrentes deste princípio e acarretam maior dinamismo, força e chance de bem suceder, do que numa ação individual.
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

HISTÓRICO

No ano de 1948, o Professor Leopoldo Machado Barbosa, um espírita baiano radicado no Rio de Janeiro, lançou uma obra que causou grande transformação no Movimento Espírita Brasileiro: Cruzada do Espiritismo de Vivos.

Nela, o autor descreve o que chama Decálogo do Espiritismo de Vivos, elencando dez campos do Movimento Espírita que precisavam urgentemente de alguma reestruturação ou, pelo menos, dinamização. A proposta era ousada e implicava em romper com paradigmas instaurados no próprio Movimento.

Mas dois destes "mandamentos" foram, por ele, largamente contemplados, em vida. O primeiro, de atrair a juventude para os círculos espíritas, inserindo-nos nas tarefas e na liderança do Movimento. A própria obra abarca todo um projeto de criação de grupos jovens, evangélica e doutrinariamente fundamentado, o que revolucionou o movimento de mocidades espíritas da época.

Até então, muito poucos grupamentos juvenis existiam em casas espíritas do Brasil, quase todos concentrados nas regiões Sul e Sudeste. Após a publicação da "Cruzada", percebe-se uma vertiginosa multiplicação pelos demais estados. Além disso, as ditas Mocidades Espíritas passavam a surgir com orientação doutrinária própria para seus fins.

O segundo aspecto contemplado foi o da União dos Espíritas e da Unificação do Movimento Espírita, traduzidos pelo Leopoldo como um sentimento de confraternização entre os espíritas. E ele mesmo foi um incentivador deste processo, pois que apoiou as decisões do Primeiro Congresso Brasileiro de Unificação Espírita, em fins de 1948, e sua mais importante decisão: o Pacto Áureo, assinado em 1949. Este Pacto estabelecia, na prática, que a ação federativa da Federação Espírita Brasileira seria pautada por um Conselho Federativo, integrando as entidades federativas estaduais num processo integrado e dinâmico.

Para levar a notícia aos estados do Norte e Nordeste e convidá-los a ingressar no nobre programa, Leopoldo Machado seguiu viagem com outros companheiros espíritas, percorrendo sucessivamente todas as então capitais das referidas regiões, além de outras importantes cidades, na chamada Caravana da Fraternidade.

Vemos, com isso, que o Professor baiano empreendeu claros esforços em duas das dez linhas que julgava vitais para o Movimento Espírita. Passados aproximadamente 65 anos, um grupo de companheiros espíritas, reunidos na sede da Federação Espírita Pernambucana na noite de 26 de julho de 2013, decide reavaliar o projeto de Leopoldo Machado e transformá-lo num conjunto de dez diretrizes, todas contempladas com fundamentações evangélicas e doutrinárias, com objetivos bem definidos e com propostas de ações em cada campo.

Assim, a meta do EdV é elaborar projetos norteados por estas dez diretrizes, a partir de cinco princípios, mas sempre tendo em vista que nossa base é e será o Evangelho de Jesus e a Codificação Kardequiana, e que nosso alvo é contribuir minimamente para que o Movimento Espírita alcance o correto cumprimento de seus objetivos.
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Espiritismo de Vivos

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